<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<feed version="0.3" xmlns="http://purl.org/atom/ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xml:lang="en">
<title>Lampejos Inadvertidos</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/" />
<modified>2006-12-14T10:06:39Z</modified>
<tagline>A prova provada de que a Bela Arte de conjugar palavras, com o objectivo de não dizer nada de especial e/ou interessante, continua viva e de boa saúde, muito obrigada.</tagline>
<id>tag:lampejosinadvertidos.weblog.com.pt,2006://65</id>
<generator url="http://www.movabletype.org/" version="3.11">Movable Type</generator>
<copyright>Copyright (c) 2005, Marco</copyright>
<entry>
<title>Silhueta</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/arquivo/2005/11/silhueta.html" />
<modified>2006-12-14T10:06:39Z</modified>
<issued>2005-11-30T00:25:07Z</issued>
<id>tag:lampejosinadvertidos.weblog.com.pt,2005://65.146484</id>
<created>2005-11-30T00:25:07Z</created>
<summary type="text/plain">Isto de se ser silhueta tem muito que se lhe diga. Principalmente quando nos calha em sorte personagens patéticas como a que eu tive o azar de me associarem. Não bastava já o facto de ao longo dos anos ela...</summary>
<author>
<name>Marco</name>

<email>marco.silv@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Isto de se ser silhueta tem muito que se lhe diga. Principalmente quando nos calha em sorte personagens patéticas como a que eu tive o azar de me associarem. Não bastava já o facto de ao longo dos anos ela se ter vindo a desleixar em termos estéticos, o que se repercute nos meus traços gerais, como agora pôs na cabeça que a responsabilidade de isso ter acontecido é única e exclusivamente minha. Ou seja, ter cuidado com a alimentação e fazer exercicio físico (e como eu tenho saudades deste) que é bom, nada, toca mas é a pôr as culpas na pobre da silhueta que se arrasta atrás dela. E assim se escreve uma carta de reclamação ao Poder que gere todas as questões relacionadas com o nosso Mundo, e consequentemente se pôe em causa a continuidade da relação de intimidade que já aprendi a ter com o correspondente à pessoa com quem ela anda há cerca de três dias. Diz ela que quer uma nova silhueta visto que eu já não sirvo as suas necessidades. Que raio! Mas então já ela parou para pensar que o inverso já tem acontecido de há uns tempos para cá e eu nunca pedi transferência? É o que dá manter-me fiel a pessoas que não o merecem. E agora sujeito-me a ser substituído e a ser atirado para as brumas de um qualquer sítio assustador até me ser atribuído outro destino, o que poderá não acontecer tão rápidamente como seria de esperar pelo facto de esta ser a quarta vez que sou afastado de funções pelos meus correspondentes, curiosamente alegando eles sempre as mesmas razões. O melhor será mesmo fugir, fugir, e só parar quando tiver uma silhueta própria à qual não possa fugir.</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>Falta de ambição</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/arquivo/2005/11/falta_de_ambica.html" />
<modified>2006-12-14T10:06:39Z</modified>
<issued>2005-11-23T00:42:33Z</issued>
<id>tag:lampejosinadvertidos.weblog.com.pt,2005://65.145583</id>
<created>2005-11-23T00:42:33Z</created>
<summary type="text/plain">Acho que alguém devia pedir desculpa a todos os portugueses (falaram em quarenta e cinco mil, e não acredito que fossem todos benfiquistas) que se deslocaram ao Stade de France para assistir ao jogo Lille-Benfica desta noite que terminou empatado...</summary>
<author>
<name>Marco</name>

<email>marco.silv@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Acho que alguém devia pedir desculpa a todos os portugueses (falaram em quarenta e cinco mil, e não acredito que fossem todos benfiquistas) que se deslocaram ao Stade de France para assistir ao jogo Lille-Benfica desta noite que terminou empatado a zero. Acho que mereciam mais e melhor (mesmo eu que vi o jogo pela televisão sinto-me defraudado). O Benfica que eu quero não pode mostrar a falta de ambição que hoje demonstrou (entre outras coisas). Julgava que esse tempo já tinha acabado com a saída do Trapatonni, e embora lhe esteja muito grato por ter vencido o campeonato da época transacta, sei que não praticava um futebol digno do nome do Benfica. E no entanto Koeman lá se vai encolhendo cada vez mais, sempre com o estigma dos resultados a condicionar a sua forma de abordar os jogos. Mesmo assim, embora pouco satisfeitos com a exibição, os emigrantes portugueses  lá poderão amanhã, andar com a cabeça erguida porque afinal de contas o jogo não se perdeu. E agora resta-nos esperar pela último jogo com o Manchester United, com a certeza de que ambição não nos poderá faltar, pois só a vitória interessa. Depois do jogo desta noite, quase nem me apetece falar numa camisola muita do giraço que adquiri hoje e que curiosamente (?) é do Benfica. Dizem-me que é a oficial das Competições Europeias do ano passado. Não me lembro dela (talvez pelo facto de termos disputado poucos jogos antes de termos sido eliminados), mas sei que é linda. Aproveitei um bom negócio para ter pela primeira vez uma camisola do Glorioso, algo que já deveria ter feito nos meus tempos de juventude, ou seja, há cerca de ano e meio. Comprei-a com o intuito de a utilizar nas minhas jogatanas de bola, no entanto ela é tão bonita que acho que a vou pendurar na parede do meu quarto. Agora a questão é que se a pendurar lá, terei que retirar um de três posteres, a saber, ou o do Eusébio, ou a da Pamela Anderson (que na verdade é um grande plano de tudo o que é pescoço para baixo) ou do Roberto Leal em que se vê distintamente o arozinho à volta cabeça oxigenada. Bem, logo se vê.</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>Ranhoso?! Em que sentido?!</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/arquivo/2005/11/ranhoso_em_que.html" />
<modified>2006-12-14T10:06:39Z</modified>
<issued>2005-11-21T23:57:16Z</issued>
<id>tag:lampejosinadvertidos.weblog.com.pt,2005://65.145443</id>
<created>2005-11-21T23:57:16Z</created>
<summary type="text/plain">Desde sempre (ou pelo menos desde que me recordo) que os problemas alérgicos fizeram o favor de me acompanhar. Sem época definida, sem aviso prévio, quando dou por mim já estou completamente congestionado e a espirrar intermitentemente. Consultei uma vez...</summary>
<author>
<name>Marco</name>

<email>marco.silv@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Desde sempre (ou pelo menos desde que me recordo) que os problemas alérgicos fizeram o favor de me acompanhar. Sem época definida, sem aviso prévio, quando dou por mim já estou completamente congestionado e a espirrar intermitentemente. Consultei uma vez um especialista que me fez uns testes que consistiam em me colocar nos braços (penso que é comum nessa especialidade) vários tipos de líquidos cuja composição continham substâncias alimentares, poléns, ácaros e outros para ver quais deles provocavam reacções na pele. Resultado: tiveram quase que me amputar os braços já que fiquei com eles num estado lastimável. Lá se salvaram e uns dias depois, já totalmente recuperado, a médica (que por acaso era uma brasa) ainda me tentou convencer a fazer novos testes noutras partes do meu corpo insinuando-se descaradamente perante mim. Recusei decididadamente. Só de pensar que poderia mais tarde haver um outro membro em risco de ser amputado causou-me um pânico terrível, e nunca mais quis saber de médicas (com excepção de uma noite e que não estava em mim...). Há fases melhores e outras nem por isso, mas tinha vindo a notar nos últimos anos um evidente decréscimo nas segundas, evidenciado pela substancial diminuição da parte do meu orçamento destinado a lenços de papel. No entanto este ano tem sido terrível. Já me tinham avisado que este ano seria propício a isso visto ter chovido tão pouco. Mas não imaginava que pudesse ser assim tão mau. Sucessões de espirros que me deixam deitado no chão sem qualquer tipo de reacção por me deixarem sem força nenhuma, crostas à volta do nariz de tanto me assoar e gastos enormes com a compra de lenços de papel, que só ainda me deixam com algum dinheiro para me ir alimentando por conseguir reciclar alguns deles, deixando os que consigo aproveitar num quarto específico com  aquecimento para os poder reutilizar (por experiência própria aconselho-os a não reutilizarem mais de quatro vezes). Vem esta história toda a propósito de uma dúvida que me anda a incomodar. Acontece que desde os primeiros momentos em que esta crise ocorreu, comecei a ouvir determinadas piadas (ou pelo menos tomei-as como tal) que acabavam invariavelmente com a expressão "És um ranhoso!". Ainda dei umas gargalhadas valentes das primeiras vezes com o pessoal na brincadeira, mas comecei a achar estranho quando essa expressão começou a ser utilizada noutros grupos de conhecimentos que tenho e que nada têm a ver com o primeiro e num tom afirmativo e definitivo que assim não me soava das primeiras vezes que o ouvi. O ponto de exclamação e o final são totalmente diferentes, agora o sei Stora Conceição (minha professora de Português no 3º ano que repeti a terceira classe). "Ranhoso.". Eu sei que às vezes consigo ser um pouco ranhoso em termos de personalidade. O que eu não esperava é que fossem assim tão frontais. No entanto, quando confrontados por mim, dizem que não, que estou a imaginar coisas pois não é nada disso que eles pretendem insinuar, e após me dizerem isso dão-me uma palmadinha nas costas e com um sorrisinho lá mandam o "Ranhoso." da praxe. E a dúvida subsiste, e penso que só a tirarei quando estiver completamente recuperado das minhas alergias. Será que continuarei a ser o "Ranhoso."? Logo se verá. Agora tenho que ir pôr a secar o kilo e trezentas de lenços de papel que utilizei enquanto escrevia estas linhas.</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>Música no Blogue</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/arquivo/2005/11/musica_no_blogu_1.html" />
<modified>2006-12-14T10:06:39Z</modified>
<issued>2005-11-21T01:00:52Z</issued>
<id>tag:lampejosinadvertidos.weblog.com.pt,2005://65.145247</id>
<created>2005-11-21T01:00:52Z</created>
<summary type="text/plain">Concretizei finalmente um dos meus sonhos no que a este blogue diz respeito. Não, não se trata de escrever textos interessantes, mas sim o de ter música para partilhar com quem por aqui passa. Com a troca de serviços de...</summary>
<author>
<name>Marco</name>

<email>marco.silv@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Concretizei finalmente um dos meus sonhos no que a este blogue diz respeito. Não, não se trata de escrever textos interessantes, mas sim o de ter música para partilhar com quem por aqui passa. Com a troca de serviços de ADSL que realizei recentemente fiquei com um espaço para alojar o som que entender para reproduzi-lo neste blogue. Sei que há quem discorde com o facto de se colocar uma músia a tocar automaticamente na abertura de um blogue. Eu próprio já tive essa posição, principalmente quando em momentos de magia nos quais ouvia temas reproduzidos no leitor do meu PC que me levavam às lágrimas (pronto, admito que estou a exagerar um pouco), entrava num qualquer blogue e tinha que levar com Josés Cids, Claudisabeis (a mamalhuda!) e inclusivé ter chegado ao ponto de ouvir temas de Doors num certo blogue (piada com destinatária específica). Mas acabei por compreender que também pode ser um contributo importante para um blogue e que de vez em quando nos dão coisas interessantes a conhecer para além dos textos. Assim vou começar a actualizar a música de tempos a tempos (eu sei que se for ao ritmo dos meus posts será muito raramente), com temas que terão a ver com os posts em si ou simplesmente com músicas que no momento fazem as minhas delícias, ou seja de qualidade (duvidosa certamente para alguns). </p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>Os meu sábados de manhã...</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/arquivo/2005/10/os_meu_sabados.html" />
<modified>2006-12-14T10:06:39Z</modified>
<issued>2005-10-01T04:30:43Z</issued>
<id>tag:lampejosinadvertidos.weblog.com.pt,2005://65.134748</id>
<created>2005-10-01T04:30:43Z</created>
<summary type="text/plain">Das piores (e há muitas) coisas que me podem dizer a um sábado, por volta das Doze horas e quarenta e cinco minutos, é o seguinte: &quot;Vê lá se vens jogar para a semana!&quot;. Realmente, para alguém que dá o...</summary>
<author>
<name>Marco</name>

<email>marco.silv@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Das piores (e há muitas) coisas que me podem dizer a um sábado, por volta das Doze horas e quarenta e cinco minutos, é o seguinte: "Vê lá se vens jogar para a semana!". Realmente, para alguém que dá o máximo (ou seja, o que consegue) semana após semana, no recinto de jogo da denominada "bola", é bastante dificil de aceitar este tipo de comentários de pessoas que todos os dias levam "cabras" e "cuecas" (em sonhos recorrentes em que o sujeito passivo passa a activo). O que vale é que às Treze horas e trinta minutos, já esqueci este tipo de comentários, pois já estou com três ou quatro minnies (e só não são mickeys porque dizem que é um bocado amaricado) no bucho. Isto tudo para dizer apenas uma coisa: "Já estou a ver o filme todo amanhã" (e apenas com um olho, pelos vistos o único que se mantém em aberto, e não, não é aquele que já estão a imaginar, seus pervertidos!!!).</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>Roller Coaster</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/arquivo/2005/09/enquanto_subiam.html" />
<modified>2006-12-14T10:06:39Z</modified>
<issued>2005-09-26T23:59:37Z</issued>
<id>tag:lampejosinadvertidos.weblog.com.pt,2005://65.133696</id>
<created>2005-09-26T23:59:37Z</created>
<summary type="text/plain">Enquanto subíamos, os seus gritos iam tornando-se cada vez mais estridentes e enervantes tais como os de todos os outros que nos acompanhavam (eu, por outro lado, embora quisesse gritar não o conseguia). Olhava para baixo, e o que estava...</summary>
<author>
<name>Marco</name>

<email>marco.silv@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Enquanto subíamos, os seus gritos iam tornando-se cada vez mais estridentes e enervantes tais como os de todos os outros que nos acompanhavam (eu, por outro lado, embora quisesse gritar não o conseguia). Olhava para baixo, e o que estava em baixo estava ao mesmo tempo cada vez mais distante. Sentia-me incomodado com toda a situação, e nem os somente quarenta e dois segundos que aquela viagem demoraria (o tempo mais rápido tinha no entanto sido de vinte e três num dia em que ao segundo looping os imortalizados passageiros tinham voado para a glória, e infelizmente para algo menos agradável), me transmitiam a tranquilidade suficiente para impedir que o meu coração continuasse a tentar fugir pelo meu peito fora (ainda agora sinto que o meu peito direito se encontra mais descado do que o esquerdo). E a carruagem continuava a subir e ela continuava a gritar-me aos ouvidos(nem sei se no meio dos gritos me tentava dizer algo). E foi no ponto mais alto, quando ela me cravou as unhas nos braços e a descida vertiginosa começou, que algo nasceu em mim (claro que para dar espaço a algo que tinha nascido, tive que retirar algo de dentro de mim, ou seja, e pardon my french, borrei-me todo). Não sei descrever exactamente o que senti, nem sei exactamente se foi o tempo que me tinham dito que seria (desconfio que ouve um momento que desfaleci), mas sei que fiquei diferente. Quando parámos, quis dar-lhe um beijo, mas ela já se afastava a gritar (sempre o mesmo grito irritante) "Vamos a mais uma!!! Vamos a mais uma!!!" que só ouvia curiosamente com o ouvido esquerdo, não sei se por causa da direcção do vento. Não fui. Dirigi-me à casa de banho mais próxima para me lavar. Entrei. Olhei-me ao espelho e vi alguém com um ar muito assustado. Estava branco (e eu que me orgulho de ser um gajo muita do morenaço) e tinha uma expressão indiscritível na face. Para além disso, afinal de contas o raio da miúda tinha-me rebentado mesmo o timpano direito, e o braço (também o direito) estava todo ensaguentado (lembrei-me da informação que me tinha dado três dias antes a afirmar que tinha deixado de roer as unhas há cerca de três meses, e de eu lhe ter dito "Ainda bem!", Burro!!!). Lavei-me como pude, e olhei novamente o espelho. Estava bem melhor. Fiquei a mirar-me até o coração atingir os cento e cinquenta por cento do normal, e depois exclamei algo como "Bolas!!! Isto é muita do porreiraço!!!". Decidi logo ali que nas próximas férias vou tentar ir por aí fazer um circuito só das melhores montanhas russas (do Mundo, da Europa, de Espanha? Conforme o que me sair no Euro-milhões). Se vou com ela? Não me parece. A não ser que, entretanto na viagem que já a seguir vou novamente fazer, troque de posições com ela e ela me rebente com o outro timpano, e que  comece novamente a roer as unhas.</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title> Música Ficcionada I</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/arquivo/2005/09/_musica_ficcion.html" />
<modified>2006-12-14T10:06:39Z</modified>
<issued>2005-09-24T03:03:59Z</issued>
<id>tag:lampejosinadvertidos.weblog.com.pt,2005://65.133150</id>
<created>2005-09-24T03:03:59Z</created>
<summary type="text/plain">&quot;Feel Good Inc.&quot; - Gorillaz Hahahahahahahahahahahaha feel good (x9) City&apos;s breaking down on a camel&apos;s back. They just have to go &apos;cos they don’t hold back So all you fill the streets it&apos;s appealing to see You wont get out...</summary>
<author>
<name>Marco</name>

<email>marco.silv@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>"Feel Good Inc." - Gorillaz </p>

<p>Hahahahahahahahahahahaha</p>

<p>feel good (x9)</p>

<p>City's breaking down on a camel's back.<br />
They just have to go 'cos they don’t hold back<br />
So all you fill the streets it's appealing to see<br />
You wont get out the county, 'cos you're bad and free<br />
You've got a new horizon It's ephermal style.<br />
A melancholy town where we never smile.<br />
And all I wanna hear is the message beep.<br />
My dreams, they've got to kiss, because I don’t get sleep, no...</p>

<p>Windmill, Windmill for the land.<br />
Learn forever hand in hand<br />
Take it all in on your stride<br />
It is sticking, falling down<br />
Love forever love is free<br />
Let's turn forever you and me<br />
Windmill, windmill for the land<br />
Is everybody in?</p>

<p>Laughing gas these hazmats, fast cats,<br />
Lining them up-a like ass cracks,<br />
Ladies, homies, at the track<br />
its my chocolate attack.<br />
Shit, I'm stepping in the heart of this here<br />
Care bear bumping in the heart of this here<br />
watch me as I gravitate<br />
hahahahahahaa.<br />
Yo, we gonna go ghost town,<br />
this motown,<br />
with yo sound<br />
you're in the place<br />
you gonna bite the dust<br />
can’t fight with us<br />
With yo sound<br />
you kill the INC.<br />
so dont stop, get it, get it<br />
until you're cheddar header.<br />
Yo, watch the way I navigate<br />
Hahahahahahahahaa</p>

<p>feel good (x4)</p>

<p><br />
Windmill, Windmill for the land.<br />
Learn forever hand in hand<br />
Take it all in on your stride<br />
It is sticking, falling down<br />
Love forever love is free<br />
Let's turn forever you and me<br />
Windmill, windmill for the land<br />
Is everybody in?</p>

<p>Dont stop, get it, get it<br />
we are your captains in it (feel good)<br />
steady,<br />
watch me navigate,<br />
ahahahahahhaa. (feel good)<br />
Dont stop, get it, get it<br />
we are your captains in it (feel good)<br />
steady, watch me navigate (feel good)</p>

<p>ah huh<br />
ah huh<br />
ah huh<br />
ah huh</p>

<p>Ahahahahahahahaaaa</p>

<p><br />
Hoje, fui a uma entrevista de emprego. Quando lá cheguei, as coisas por que já tinha passado desde o acordar até áquele momento, não prenunciavam nada de bom. Tinha acordado muito depois da hora a que me tinha proposto devido à electricidade ter faltado o que implicou que o meu rádio-despertador se tivesse abstido de cumprir com a sua função. E mais uma vez pergunto a mim próprio o porquê de querer este tipo de modernices quando tenho guardado no sotão um despertador daqueles de se dar corda e que debita das suas entranhas o inconfundivel trriiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim. Depois, e ainda devido à falta de electricidade, esquartejei a cara toda ao fazer a barba. Cheguei a temer pela vida pois um dos cortes parecia uma verdadeira nascente de sangue, tendo inclusivé atraido, não sei como, um vampiro que me bateu à janela com um garrafão de cinco litros vazio a perguntar se se podia servir (sempre é verdade que os vampiros resistem à luz do sol). Achei estranha a pergunta até me aperceber que ele era completamente desdentado. Ajudei-o como pude ao dar-lhe um penalty de tinto que ele emborcou com sofreguidão e ao ir-se embora reparei que ele ia com uma muito melhor côr. Já tinha feito a minha boa acção do dia mas as coisas continuavam a correr-me mal. Tinha sujado de vinho a única camisa de jeito que tinha para vestir quando estava a brindar (claro que não ia deixá-lo beber sózinho). Quando finalmente o sangue estancou, olhei para o espelho e dei de caras com o Scarface, que afinal não o era pois passados alguns momentos cheguei à conclusão que afinal era mesmo eu, o próprio. Se ainda não o estava, mal-disposto fiquei quando depois de sair de casa e já sentado na minha viatura rodei a chave na ignição sem resultado algum. Algum problema deveria haver, mas não ia perder tempo com isto, já que eu a olhar para o motor de um carro é como ter o "Pavarotti" a olhar para o estádio do Glorioso. Fui a pé. Pelo caminho passei por duas senhoras que olhavam para o céu e exclamavam em tom interrogativo "É um pássaro?! É um avião?! É o Super-Homem?!". Muito antes de ficarem a saber que se tratava da primeira opção, já eu o sabia, pois tinha levado com uma matéria pastosa e quente vinda do céu na cabeça. Lá cheguei sem mais sobressaltos à empresa onde iria ser entrevistado e fulo da vida entrei. A minha má disposição contrastava claramente com o ambiente que reinava neste local. Muitas gargalhadas e risos se ouviam e todas as pessoas pareciam a Boa-Disposição em pessoa (quem a conhece sabe bem do que estou a falar). Mandaram-me aguardar e durante o tempo de espera ouvi umas quatro ou cinco anedotas da secretária que me mudaram radicalmente o estado de espirito (e eu bem o precisava). Foi já a rir-me e depois de ter retribuido com a minha melhor anedota à dita secretária que fui mandado entrar para o gabinete do chefe. E o chefe seria tudo o que uma pessoa podia desejar, se ainda por cima fosse uma gaja boa, mas não, era um porreiro parecido com aquele da série "The Office" que espero sinceramente já tenham tido a oportunidade de ver. Lá falámos, brincámos e demos umas valentes gargalhadas e a certo ponto ele apontou para uma miniatura de um moinho de vento que tinha na sua secretária e afirmou: "A nossa empresa é como um moinho de vento, e a boa-disposição é o vento que o faz funcionar. Sem boa-disposição não se faz nada.". Disse-me também que eu lhe parecia um bom vento e que portanto à partida o lugar seria meu, no entanto ainda tinha que entrevistar mais uma pessoa. Despedimo-nos com mais umas gargalhadas e ao sair cruzei-me com o palhaço que faltava ser entrevistado. E não pensem que estou a ser ofensivo para a pessoa em questão, porque literalmente ele era mesmo um palhaço vestido a rigor, pintado, com o narizinho redondo, a cabeleira vermelha e inclusivé uma flôr ao peito que ainda me esguichou água ao passar por mim. Voltei a ficar mal-disposto quando percebi que não iria ficar com aquele emprego, pois ao afastar-me ouvia vindas do gabinete do chefe umas ridiculamente sonoras gargalhadas: "Ahahahahahahahahahaaaaaa".</p>

<p><br />
</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>O Silêncio...</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/arquivo/2005/09/o_silencio.html" />
<modified>2006-12-14T10:06:39Z</modified>
<issued>2005-09-11T03:40:04Z</issued>
<id>tag:lampejosinadvertidos.weblog.com.pt,2005://65.130935</id>
<created>2005-09-11T03:40:04Z</created>
<summary type="text/plain">... nunca me tinha incomodado, até aqui há uns anos atrás quando as pessoas começaram a ficar incomodadas com o meu silêncio....</summary>
<author>
<name>Marco</name>

<email>marco.silv@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>... nunca me tinha incomodado, até aqui há uns anos atrás quando as pessoas começaram a ficar incomodadas com o meu silêncio.</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>Que bom seria se assim fosse...</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/arquivo/2005/04/que_bom_seria_s.html" />
<modified>2005-09-25T18:05:25Z</modified>
<issued>2005-04-22T22:25:28Z</issued>
<id>tag:lampejosinadvertidos.weblog.com.pt,2005://65.101726</id>
<created>2005-04-22T22:25:28Z</created>
<summary type="text/plain">&quot;God grant me the serenity to accept the things I can not change Courage to change the things I can And the wisdom to know the difference&quot; in &quot;Feel So Different&quot; de Sinead O&apos;Connor...</summary>
<author>
<name>Marco</name>

<email>marco.silv@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>"God grant me the serenity to accept the things I can not change<br />
Courage to change the things I can<br />
And the wisdom to know the difference"</p>

<p>in "Feel So Different" de Sinead O'Connor</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>Podia ter corrido melhor...</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/arquivo/2005/03/hoje_algum_temp.html" />
<modified>2005-09-25T17:54:04Z</modified>
<issued>2005-03-29T23:31:53Z</issued>
<id>tag:lampejosinadvertidos.weblog.com.pt,2005://65.91192</id>
<created>2005-03-29T23:31:53Z</created>
<summary type="text/plain">Hoje, algum tempo depois de ter chegado a casa vindo da minha labuta diária, olhei pela janela e reparei que tinha parado de chover. Mais, as nuvens pareciam não ser capazes de conter o sol que tentava romper por entre...</summary>
<author>
<name>Marco</name>

<email>marco.silv@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Hoje, algum tempo depois de ter chegado a casa vindo da minha labuta diária, olhei pela janela e reparei que tinha parado de chover. Mais, as nuvens pareciam não ser capazes de conter o sol que tentava romper por entre elas. É agora ou nunca, pensei. Cinco minutos depois estava a sair para a rua, vestido com uma sweat, uns calçonitos e uns ténis. Dei as primeiras passadas, primeiro tímidas, e depois, à medida que fui ganhando confiança, alarguei o passo de corrida. Era algo a que já me tinha proposto, aproveitando assim o facto de os dias já serem maiores (eu sei perfeitamente que na realidade não o são, não sou como o outro, daquela anedota, que queria que o povo trabalhasse vinte seis horas por dia, mas relembrado por alguém que o dia só tinha vinte e quatro, afirmou que sim, estava bem, que teriam então de trabalhar à noite também) e a época da Páscoa ter terminado (onde o abuso de doces foi mais que muito, o que deve andar à volta de muitíssimo). Não dei muitas passadas até abrandar novamente a corrida porque me lembrei ter lido em qualquer lado que cada um de nós tem que encontrar o seu próprio ritmo (tinha-se tornado claro após as primeiras lufadas de ar a entrar nos meus pulmões, que um ritmo elevado não era certamente o meu). Decidi sair da estrada, até porque não sei o que o novo código da estrada refere (se é que refere) em relação a limites mínimos de velocidade na via por joggers (não é jokers, embora muita gente que tivesse passado por mim, certamente tenha dado umas valentes gargalhadas), limites esses, que eu deveria estar claramente a infrigir. Entrei pelo pinhal dentro. Comecei a tossir de quando em quando, já que aquele ar puro todo estava a fazer-se sentir (ainda bem que já não fumo hà uns tempos), e com ela veio a chuva, e torrencial ainda por cima. Isto já tinha estado a correr melhor, até porque nesse momento já não me estava a orientar muito bem no pinhal (uma data de caminhos e todos eles iguais). Dei mais umas voltas e nada. Não conseguia encontrar o caminho dali para fora. Começava a sentir medo. Sentia-me cansado, desorientado e molhado. Para além do barulho da chuva a cair, outros barulhos (estranhos) me rodeavam. Ainda por cima na noite anterior tinha estado a ver o filme "The Village" que tinha mexido comigo (não é preciso muito para um filme de terror, e este nem era desse género, me dar cabo de uma tranquila noite de sono). No filme em questão a floresta era habitada por uns monstrozinhos vestidos de vermelho e encapuzados. E não é que a caminhar na minha direcção vinha um? Os meus calçonitos ficaram castanhos (não, não era lama). Grande foi o meu alivio ao constatar que afinal apenas se tratava do Capuchinho Vermelho, que no entanto também não me sabia dar uma resposta acerca do caminho a tomar para sair dali, convidou-me para ir a casa da sua avózinha porque ela certamente saberia. Recusei. Claro que não me ia meter, literalmente, na boca do lobo (afinal de contas nem sempre adormecia antes dos fins das histórias que a minha mãe me contava para adormecer). Anoitecera, continuava a chover e as gotas de chuva misturavam-se no meu corpo com o suor e com as lágrimas (sim, tinha começado a chorar, os homens também choram e os mariquinhas como eu ainda mais). Deambulei durante um tempo indeterminado (tinha perdido completamente a noção do tempo) até conseguir descobrir a saída e arrastar-me com dificuldade até casa. Quando cheguei, olhei para as horas (o exercício que tinha planeado durar vinte minutos, tinha-se transformado num pesadelo de cento e trinta e cinco) e fui tomar um aconchegante banho quente. Depois de comer uma sopinha a muito custo, escrevo este meu relato ainda a tremer ininterruptamente (textos deste tamanho que geralmente levo hora e meia a escrever, hoje deu-me para duas e vinte porque tremo tanto que tenho bastante dificuldade em acertar nas respectivas teclas). Deixo, no entanto, uma promessa que é a de, quando recuperar fisica e psicológicamente do dia/noite de hoje (prevejo três semanas para a primeira e quatro e meia para a segunda, na melhor das hipóteses), voltar lá para novo exercício, mas desta vez munido com uma bússola, uma lanterna, um novelo de lâ e um guarda-chuva. Pensando bem, talvez dispense o guarda-chuva por não ser muito prático.</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>Atacado por um virus (novamente)</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/arquivo/2005/03/atacado_por_um.html" />
<modified>2005-09-25T17:53:47Z</modified>
<issued>2005-03-26T19:38:11Z</issued>
<id>tag:lampejosinadvertidos.weblog.com.pt,2005://65.90815</id>
<created>2005-03-26T19:38:11Z</created>
<summary type="text/plain">Apesar de alguns cuidados que tenho com a segurança do meu computador pessoal (sim, porque isto não é da Joana, e para ser sincero, toda a gente fala dela e eu nem a conheço), voltei a ter problemas com um...</summary>
<author>
<name>Marco</name>

<email>marco.silv@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Apesar de alguns cuidados que tenho com a segurança do meu computador pessoal (sim, porque isto não é da Joana, e para ser sincero, toda a gente fala dela e eu nem a conheço), voltei a ter problemas com um virus e consequentemente a ter que formatar parte do disco rígido (que seca!). Desta feita o menino orgulhava-se de se chamar Backdoor.Mosuck, o que, pelo que o próprio nome indica, significa que me entrou por trás sem aviso prévio e ainda me pediu para chupá-lo. Se ao primeiro facto não tive capacidade de resposta, já ao segundo fui veemente a mandá-lo a ele chupar para outro lado, que daqui não levava nada. No entanto, fiquei com um estigma, e uma questão se coloca: Será que quando fôr questionado sobre a minha orientação sexual, poderei responder sem sombra de dúvidas que sou heterosexual? Espero bem que sim. Mas porque é que coisas destas teimam em acontecer-me? Eu que não faço mal a uma mosca (o meu triste passado como serial killer delas enquanto menino, não é para aqui chamado, porque na altura fui julgado por um júri de seus pares, declarado culpado, cumpri a minha pena, e hoje em dia só as liquido em legítima defesa). As boas notícias são que os meus documentos pessoais mais importantes não foram afectados. Assim, não perdi os meus ficheiros relativos à colecção de playmates de Setembro de Mil, Novecentos e Setenta e Sete até ao mês actual (os das playmates de Agosto de Oitenta e Dois, Dezembro de Oitenta e Sete , Janeiro de Oitenta e Oito e Abril de Noventa e Três estão em falta porque os respectivos ficheiros ficaram danificados, provavelmente por excesso de uso) dos quais muito me orgulho, nem o meu documento de Word intitulado "O meu livro" com as páginas totalmente em branco (no entanto já é um principio, e afinal de contas só me faltam atingir três dos objectivos que, dizem, um Homem deve ter atingido no fim da sua vida), nem a música totalmente techno que criei num qualquer programa de música (é puro pum-pum, e não estou a exagerar porque são dezasseis minutos e quatorze segundos de uma única batida de oito em oito tempos) e que virá ter muito sucesso, espero, lá para o ano de Dois Mil e Dezassete. Agora, com um novo anti-virus instalado, aqui fico à espera de novos ataques, e garanto-vos que nunca mais me apanharâo por trás.</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>Acerca da mudança de hora</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/arquivo/2005/03/acerca_da_mudan.html" />
<modified>2005-09-25T17:53:45Z</modified>
<issued>2005-03-26T05:18:15Z</issued>
<id>tag:lampejosinadvertidos.weblog.com.pt,2005://65.90742</id>
<created>2005-03-26T05:18:15Z</created>
<summary type="text/plain">Será que terei menos uma hora para curtir ou menos uma hora para dormir? Não faço ideia. No entanto, de uma coisa tenho a certeza. Há uns anitos atrás esta questão nem se colocaria....</summary>
<author>
<name>Marco</name>

<email>marco.silv@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Será que terei menos uma hora para curtir ou menos uma hora para dormir? Não faço ideia. No entanto, de uma coisa tenho a certeza. Há uns anitos atrás esta questão nem se colocaria.</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>O regresso do Mad Chester</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/arquivo/2005/03/o_regresso_do_m.html" />
<modified>2005-09-25T17:51:38Z</modified>
<issued>2005-03-17T23:21:39Z</issued>
<id>tag:lampejosinadvertidos.weblog.com.pt,2005://65.87451</id>
<created>2005-03-17T23:21:39Z</created>
<summary type="text/plain">Eram felizes Segundas-Feiras aquelas em que o Mad Chester reunia o pessoal amigo para grandes raves na sua cave. Em todas elas, sem excepção, era vê-lo a tomar os seus compromidozinhos, a curtir a tripe (que durava sempre, precisamente, cinquenta...</summary>
<author>
<name>Marco</name>

<email>marco.silv@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Eram felizes Segundas-Feiras aquelas em que o Mad Chester reunia o pessoal amigo para grandes raves na sua cave. Em todas elas, sem excepção, era vê-lo a tomar os seus compromidozinhos, a curtir a tripe (que durava sempre, precisamente, cinquenta e três segundos e treze centésimos) e a acabar invariavelmente cheio de dores de barriga. Nesse espaço de tempo, fixava o olhar durante breves segundos (estes segundos nunca os contámos) nas suas carpetes inspiradoras (assim as denominava), e depois de uma mancha enublar-lhe passageiramente os olhos, fazia as coisas mais estranhas. Lembro-me, por exemplo, uma vez em que a mulher da sua vida, num desses momentos, teve a infeliz ideia de lhe oferecer um par de rosas. Ele, antes de fugir a oito pés (na altura andava de muletas devido a uma perna partida), olhou para ela com ar esgazeado e acusou-a de lhe estar a oferecer rosas petrificadas o que só significava que o seu amor por ele também o era. Ele mais tarde tentou, mas ela nunca o perdoou (a mulher da sua vida nunca mais fez parte dela). As dores de barriga eram o culminar das suas tripes, e aí era ouvi-lo a dar gritos primários de dôr. O que vale é que passámos a pôr a música num volume tão alto, que assim já não nos incomodava e passámos a não ligar muito ao homem estendido nas carpetes inspiradoras agarrado à barriga. Agora ele voltou e está decidido a estabelecer uma nova ordem no estado de coisas que por aqui anda. Espero é que ele não me torne tudo ainda mais caótico. Mad Chester, ganda maluco!</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>Um problema inerente ao corte de cabelo</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/arquivo/2005/03/tenho_mesmo_que.html" />
<modified>2005-09-25T17:48:08Z</modified>
<issued>2005-03-09T23:20:36Z</issued>
<id>tag:lampejosinadvertidos.weblog.com.pt,2005://65.82411</id>
<created>2005-03-09T23:20:36Z</created>
<summary type="text/plain">Tenho mesmo que ir cortar esta juba, até porque nem sou do Sporting (graças a Alguém!). Para além do facto de me dar um mau aspecto desgraçado (segundo pessoas que convivem diáriamente comigo), também já me começa a fazer confusão...</summary>
<author>
<name>Marco</name>

<email>marco.silv@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Tenho mesmo que ir cortar esta juba, até porque nem sou do Sporting (graças a Alguém!). Para além do facto de me dar um mau aspecto desgraçado (segundo pessoas que convivem diáriamente comigo), também já me começa a fazer confusão estar sempre a retirá-lo da frente dos olhos (nem imaginam a dificuldade que estou a têr para escrever estas linhas). E eu que até nem me considero muito vaidoso já pareço o Tony Guterres naquele seu gesto tão peculiar de ajeitar a sua franja, tanto na forma como na frequência. Está mesmo decidido, amanhã o barbeiro cá do sitio já tem cliente. No entanto, existe um pequeno problema. Então e o frio?! Mais específicamente, então e o frio nas minhas orelhas?! Barrete não utilizo por uma questão de honra, pois sinto que já fui embarretado demasiadas vezes (e muitas mais serei, mas nunca conscientemente). Tomo a decisão que neste momento me parece a mais lógica, sendo que a minha lógica é muito especial, que é a de levar as pessoas a falarem mal de mim por forma a me aquecerem as orelhas. Sempre me disseram que esta relação realmente existe, e sendo assim estou disposto a comprová-la, tirando ao mesmo tempo partido dela. Assim, durante os próximos tempos aquela velhinha a quem eu ajudo a passar a passadeira bem pode esperar sentada, ou aquela menina bem pode esperar que o gato caia da árvore até gastar as suas dezasseis vidas (tudo o que leram até hoje sobre gatos e o número das suas vidas é mentira), ou aquela mulher bem pode esperar que lhe mande piropos a elogiar a graciosidade do seu corpo. Acham mal? Acham?! Então façam o favor de para além de achar também começam a dizer mal de mim. As minhas orelhinhas agradecem.</p>]]>

</content>
</entry>
<entry>
<title>Quem ma dera!</title>
<link rel="alternate" type="text/html" href="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/arquivo/2005/03/quem_ma_dera.html" />
<modified>2005-09-25T17:46:07Z</modified>
<issued>2005-03-07T21:51:44Z</issued>
<id>tag:lampejosinadvertidos.weblog.com.pt,2005://65.78647</id>
<created>2005-03-07T21:51:44Z</created>
<summary type="text/plain">Temperaturas médias de vinte e oito graus, céu limpo ou pouco nublado, praias paradisíacas, comida e bebida da boa à borla. Isto tudo parece-me bastante bem. Sabes que trocaria de bom grado de lugar contigo, pois sabes o quão altruísta...</summary>
<author>
<name>Marco</name>

<email>marco.silv@sapo.pt</email>
</author>

<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://lampejosinadvertidos.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Temperaturas médias de vinte e oito graus, céu limpo ou pouco nublado, praias paradisíacas, comida e bebida da boa à borla. Isto tudo parece-me bastante bem. Sabes que trocaria de bom grado de lugar contigo, pois sabes o quão altruísta sou. Infelizmente é-me de todo impossível, e sendo assim desejo-te uma excelente viagem. Curte muito, e também por mim.</p>]]>

</content>
</entry>

</feed>
